Começou nesta quarta-feira, 13 de novembro, a aguardada Expo Motor Home, maior feira de campismo e caravanismo da América Latina, que acontece no Expotrade, em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Com programação até o dia 17 de novembro, o evento é o ponto de encontro para os amantes de viagens e aventuras sobre rodas, com um leque repleto de novidades e lançamentos. Um Mercado em Expansão O campismo e caravanismo têm ganhado cada vez mais popularidade, e o evento vem reafirmando essa tendência ao reunir diversas marcas e fabricantes do setor. Na feira você encontra 150 expositores e a estimativa é de que a Expo Motor Home gere cerca de R$ 500 milhões em negócios, consolidando-se como um espaço de networking e oportunidades tanto para o público quanto para as empresas. Novidades e Inovações Quem visita a feira tem acesso a uma variedade de expositores que apresentam desde motorhomes, trailers, campers, acessórios para veículos e itens de acampamento, até tecnologia e equipamentos para viagens em contato com a natureza. Este ano, um dos destaques é a presença de motorhomes de última geração, além de produtos e serviços inovadores para otimizar e personalizar a experiência de viagem. Ingressos e Informações Para quem planeja visitar o evento, os ingressos variam: meia-entrada a partir de R$ 37,50 + R$ 5,63 de taxa, e o ingresso inteiro por R$ 75,00 + R$ 11,25 de taxa. Com fácil acesso e estacionamento disponível, a feira é uma ótima opção de passeio para o final de semana, ideal para quem quer planejar uma próxima aventura ou até mesmo adquirir o seu próprio veículo de viagem. São esperados 25 mil visitantes neste ano. Uma Experiência para Toda a Família Além das exposições de veículos e equipamentos, a Expo Motor Home também oferece uma programação variada para os visitantes,
A primeira quinzena do mês de agosto será marcada pela realização do Mata Atlântica EcoFestival 2024, um evento com uma abordagem totalmente diferente e consciente, voltada para a sustentabilidade e a preservação ambiental. O MAEF chega a sua terceira edição e acontece de forma paralela em municípios que estão inseridos no bioma da Mata Atlântica e nos Campos Gerais. Trata-se de uma reunião entre moradores locais, esportistas, turistas, ambientalistas e artistas, em uma celebração que une esporte, cinema, arte e, principalmente, ações sustentáveis. Em suas duas primeiras edições, cerca de 8 mil pessoas participaram das provas e eventos esportivos. O evento é considerado “o maior festival de esportes de Aventura, Cinema e Arte do Sul do Brasil” e terá atividades em municípios do Litoral, Serra do Mar, Grande Curitiba e, também, em São Luiz do Purunã, nos Campos Gerais. Cidades como Antonina, Piraquara, Quatro Barras, Pinhais, São José dos Pinhais, Araucária, Curitiba e Balsa Nova serão o cenário para atividades que privilegiam a vida ao ar livre e a natureza. Com inspiração em eventos internacionais, o Mata Atlântica EcoFestival tem como objetivo estimular a valorização da natureza e o turismo sustentável, além de se consolidar como um movimento em prol do meio ambiente, promovendo práticas ecológicas e incentivando a conscientização sobre a importância da preservação da floresta. “Queremos impulsionar o turismo de aventura e as manifestações artísticas, além de conscientizar sobre o papel de cada indivíduo no processo de preservação ambiental, que é tão urgente e necessário”, ressalta Aristides Athayde, um dos organizadores do EcoFestival. Ele explica ainda que o EcoFestival é um movimento que anda na contramão do Nature Déficit Disorder, o transtorno do déficit de natureza. “O acesso restrito a áreas naturais, ou seja, a nossa desconexão com a natureza, causa inúmeros problemas físicos e comportamentais. O que
O Instituto Água e Terra (IAT) emitiu um alerta aos visitantes de Unidades de Conservação (UC’s) do Paraná para que não consumam água das fontes naturais destes locais. O motivo do comunicado, infelizmente, são os péssimos hábitos justamente de quem deveria zelar pelos parques: os frequentadores. Comportamentos prejudiciais como o descarte irregular de embalagens, restos de alimentos e até mesmo fezes, são alguns dos fatores apontados pelo IAT para a emissão do alerta. Esse tipo de hábito pode contaminar a água e gerar doenças para quem a consome. Exames laboratoriais feitos na água coletada de uma das fontes do Parque Estadual do Pico Paraná revelaram alteração nas características desse recurso. Foram encontrados índices alterados da bactéria Escherichia coli e de coliformes, possivelmente pela presença de fezes na fonte. A bióloga do IAT e chefe do Parque Estadual Pico Paraná, Marina Rampim, reforçou em entrevista à Rádio Band News que é preciso responsabilidade por parte dos visitantes. “Para isso melhorar, a gente precisa que as pessoas coloquem a mão na consciência e comecem a repensar esse hábitos. As pessoas acham que se deixar um lixinho aqui, uma casca de banana ali, não vai acontecer nada. Acontece que a decomposição na montanha é bem diferente do que em outros ambientes, demora-se muito mais tempo e tudo que é deixado na montanha uma hora desce”, disse. Para prevenir esta situação, ao consumir comidas e bebidas, a orientação é sempre levar o lixo junto, mesmo com resíduos orgânicos. No caso das unidades onde o camping é permitido, outra indicação é o uso do shit tube, um recipiente com cal usado para armazenar fezes até a saída do parque, onde o lixo pode ser descartado em um local apropriado. A bióloga também frisou ser fundamental que as pessoas se informem sobre regras antes do passeio.
Existe uma expressão que diz que por onde o ser humano passa, há impacto. Com certeza ela é verdadeira. Mas, a partir do momento em que o impacto existe, ele pode ser minimizado. Pelo menos, essa é a ideia do conceito do Mínimo Impacto, que é uma adaptação do termo original (em inglês), “Leave no Trace” (Não deixe rastros). O objetivo dos princípios do Mínimo Impacto é justamente fazer com que os praticantes de atividades em áreas remotas de natureza selvagem, parques nacionais e unidades de conservação gerem o mínimo impacto a partir dos deslocamentos feitos nestes locais. Diante disso, o presente artigo tem como objetivo apresentar o conceito do Mínimo Impacto, com o intuito de ajudar a transformar o contato com o esporte outdoor e com o meio ambiente em uma atividade saudável e sustentável, gerando benefícios não só para a natureza, mas também para a comunidade local, conscientizando os praticantes com boas práticas socioambientais no ambiente outdoor. Entre as principais práticas de turismo de natureza, obviamente está o montanhismo e é justamente ela uma das que mais gera impactos no ambiente natural, já que as montanhas são ecossistemas extremamente frágeis e suscetíveis a alterações. Isso tudo aliado a um aumento desenfreado do número de visitantes em parques, muitos sem o mínimo de consciência ambiental, é uma verdadeira bomba-relógio para esse tipo de ambiente. Os esportes de natureza ganharam muitos adeptos nos últimos anos Com a popularização do esporte de montanha, a conservação e o mínimo impacto passaram a ser pauta importante para manter os atrativos naturais conservados. Por isso, é de extrema importância sensibilizar os praticantes de esportes outdoor que as práticas de mitigação de impactos não são mera conversa. 8 Dicas para o Mínimo impacto PlanejamentoÉ imprescindível que o praticante conheça as regras locais, como itens obrigatórios
Como surgiu o Rapel? O rapel surgiu como uma técnica de escalada, derivada do alpinismo, em 1879. Acredita-se que a técnica foi desenvolvida em um paredão de rocha coberta de gelo e neve, na região de Chamonix, na França. O responsável pela idealização e criação foi Jean Charlet Stranton, acompanhado de seus amigos Prosper Payot e Frederic Folliguet. Inicialmente, o rapel foi adotado pela espeleologia para explorar cavernas, grutas e em resgates e salvamentos. Com o aperfeiçoamento da técnica, o rapel passou a ser praticado por diversas pessoas ao redor do mundo como hobby, uma forma de desfrutar da natureza com muita adrenalina. A origem do nome O nome rapel se originou da palavra “Rapelle”, quando Jean Charlet Stranton usou um termo dizendo: “Je tirais vivement par ses bouts la corde qui, on se le rappelle”. Traduzindo em português: “Quando chegava perto de meus companheiros, puxava fortemente a corda por uma das pontas e a trazia de volta para mim”. E assim a técnica vertical ficou batizada como rappelle ou rapel. O rapel não é considerado um esporte, mas sim uma técnica de descenso utilizada na espeleologia e resgate. Mas, existem práticas esportivas que utilizam da técnica vertical do rapel, como a Escalada em Rocha e o Canionismo. A técnica é necessária para a transposição de obstáculos que não poderiam ser superados de outra forma. A prática do rapel é realizada com uma corda ancorada de forma segura com o objetivo de descer superfícies verticais como cavernas, cânions, pedreiras, cachoeiras e montanhas. Para o controle da descida é utilizado um descensor, também chamado de freio, pelo qual é possível controlar a velocidade da descida da forma mais confortável possível. Por que você deve praticar? O rapel é uma prática divertida e segura, que proporciona o estímulo dos sentidos e emoções,
Toda aventura bem-sucedida começa com uma mochila organizada e devidamente equipada, principalmente quando a atividade é um trekking com vários dias de duração. A organização e planejamento fazem com que você tenha mais praticidade durante a caminhada, além de conseguir equilibrar o peso da melhor forma. Abaixo, fizemos uma relação de atitudes importantes na hora de organizar sua mochila para uma trilha: 1. Planejamento e organizaçãoAssim que souber seu destino, tome ciência das condições climáticas e itens que podem ser essenciais para sua experiência de aventura. É essencial ter definido quantos dias e a quantidade de alimentos necessária. Informações como pontos de água durante o percurso, duração da atividade e condições específicas do local também são importantes. Essas informações são importantes para que você descubra o que realmente é essencial para levar na mochila. As temperaturas costumam cair consideravelmente durante as noites e é imprescindível ter peças de aquecimento secas e outras impermeáveis, como corta-ventos, dentro da mochila. Regiões sem água potável exigem purificação para tornar a água consumível, então é importante sempre ter tabletes purificadores (Clorín) como alternativa.2. VisualizaçãoCom o planejamento feito, separe todos os itens necessários para compor sua mochila. Coloque-os lado a lado e faça uma conferência para saber se estão todos ali. Além de evitar esquecimentos, isso vai ser útil para escolher o melhor local para acomodar cada item, sabendo onde encontrá-los quando necessário.3. Os grandes vão primeiroOs itens mais volumosos devem ser os primeiros a entrarem na mochila. Sacos de dormir são uma boa escolha para o fundo da mochila. Por serem maleáveis, com o peso dos equipamentos superiores o saco vai se comprimir, se ajustando na mochila. No entanto, é bom tomar cuidado para que ele não molhe, já que a parte inferior da mochila é mais suscetível à umidade, principalmente quando em
A Mata Atlântica é uma das florestas tropicais mais importantes e exuberantes do mundo. Entremeando as florestas atlânticas, há um vasto território com uma infinidade de riquezas naturais. A Floresta Atlântica é também testemunha do desenvolvimento econômico da nação e, muito por conta disso, seu território foi transformado e diminuído a cerca de apenas 12% do original, conforme o avanço do desenvolvimento urbano e sob uma intensa extração de minérios. Atualmente, restam poucos trechos preservados de floresta, mas que abrigam muita beleza natural e vida. Entre os estados do Paraná, São Paulo e Santa Catarina está o último remanescente contínuo do bioma, chamado de Grande Reserva Mata Atlântica. Esse “tapete” de floresta atravessa 2 milhões de hectares e abriga diversas espécies de fauna e flora, montanhas, cachoeiras, cavernas, baías, manguezais e praias, além de comunidades tradicionais com muita cultura, proporcionando uma experiência única. Importante ressaltar que a totalidade de mata atlântica presente em território paranaense é de 6 milhões de hectares, sendo a unidade federativa com o maior remanescente preservado: 1,2 milhão de hectares protegidos em 69 Unidades de Conservação. Dentro da Grande Reserva, estão várias dessas UC’s, entre públicas e privadas. Algumas delas, inclusive, são reconhecidas internacionalmente como Reserva da Biosfera e Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade. Essas Unidades vêm cada vez mais atraindo turistas de todo o Brasil e novos negócios e oportunidades estão se estabelecendo. Podemos chamar esse processo de “Produção de Natureza”, no qual empresas, como a Graciosa Terra, se estabelecem sem a necessidade de degradação da natureza, além de serem sustentáveis. Muito disso se deve ao fato de a Mata Atlântica abrigar cerca de 15 mil espécies de plantas, sendo 10 mil delas endêmicas (isso significa que em todo o planeta, elas ocorrem apenas nessa região), cerca de 2 mil animais vertebrados e 934
O Pico Paraná, é uma das maiores montanhas da América Latina, localizado na região de Campina Grande do Sul, região metropolitana de Curitiba, será palco para um episódio do programa “Sobrevivência Extrema“, novo docu-reality exibido no canal Discovery e disponível em plataforma de streaming Max. A Taís Teixeira fisioterapeuta (ex-Largados e Pelados) e o sobrevivencialista Luciano Tigre (ex-Desafio em Dose Dupla Brasil) apresentam em seu programa os desafios vivenciados por pessoas reais que lutaram por suas vidas depois de incidentes inesperados em lugares inóspitos no Brasil.O sétimo episódio da série, que vai ao ar nesta terça-feira (11 de junho), a dupla terá 72 horas para reproduzir as dificuldades e desafios de um montanhista que se perdeu após cair em um vale no retorno do Pico Paraná, em 2021. Os recursos dos especialistas em sobrevivência são os mesmos que estavam acessíveis para os personagens reais à época.O Pico Paraná é a maior montanha da região Sul do país com 1877 metros de altura e é um destino imperdível para os montanhistas. No retorno do Pico o aventureiro enfrentou a mata densa e baixas temperaturas até ser resgatado.No episódio de “Sobrevivência Extrema”, o público vai acompanharr depoimentos de sobreviventes, socorristas e testemunhas dos fatos, com imagens e vídeos reais da busca. Outros casos em diversas regiões do Brasil, como Roraima, Rio Grande do Sul, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Pará também serão exibidos.
O estado do Paraná tem geografia privilegiada e muita diversidade quando o assunto são atrativos naturais, entre as florestas e rios se encontram cânions, montanhas, cachoeiras, praias e ilhas, um relevo ideal para pratica de esportes radicais. O Paraná é o estado brasileiro que apresenta maior remanescente de Mata Atlântica do Brasil com 69 Unidade de Consevação e cerca de 1,2 milhões de hectares de vegetação e um verdadeiro paraíso dos esportes Radicais, e o segundo estado com maior número de montanhistas do Brasil. A boa notícia é que mesmo não sendo um especialista você pode sentir a adrenalina de esportes radicais acompanhado de um profissional especialista. Conheça mais sobre o Rapel, Escalada, Parapente, Bungee Jump, Rafting, Paraquedas e os principais pontos para a prática no Paraná. A busca incessante por novos desafios fez a vida do homem muito mais interessante, foi ela que uniu praticas esportivas com paisagens deslumbrantes e surgiram os Esportes Radicais. RAPEL/CACHOEIRISMO Rapel é a técnica vertical de descida de paredões rochosos, através de corda e acessórios como cadeirinha, freios, mosquetões, capacetes e luvas. No Brasil, a atividade surgiu como profissão, a espeleologia, para explorar cavernas e grutas os profissionais acessavam as cavidades por corda, vindo a se tornar uma atividade esportiva apenas nos últimos anos. Cachoeirismo é a modalidade vertical que realiza a descida da mesma forma só que pela água geralmente em quedas de cachoeiras. Lugares para Praticar no Paraná?Nas regiões metropolitanas de Curitiba já é possível encontrar pontos de Rapel. Pedreira do Caminho do Itupava - 20 metros(clique aqui) - InicianteO Itupava foi o caminho do primeiro acesso do Litoral para o Planalto.Cânion da Faxina - 20 metros (clique aqui) - InicianteEm São Luiz do Purunã, região da escarpa devoniana, local que era mar a milhões de anos. VOO DUPLO DE PARAPENTE O
Dias após a erupção do vulcão Hunga Tonga-Hunga-Ha’apai, em Tonga, as cinzas expelidas pelo vulcão viajaram cerca de 13 mil quilômetros até chegarem ao Sudeste do Brasil, onde ocasionaram espetáculos de cores durante o amanhecer e pôr do sol! A erupção do vulcão Hunga Tonga-Hunga-Ha’apai, ocorrida no dia 15 de janeiro em Tonga, cuja intensidade da explosão foi 500 vezes mais poderosa que a bomba nuclear lançada em Hiroshima, durante a Segunda Guerra Mundial, provocou uma série de prejuízos e efeitos que se propagaram pelo mundo. A erupção gerou tsunamis, ondas de gravidade que se propagaram pela atmosfera por dias, além de uma grande pluma de cinzas que tem viajado o mundo! Após 10 dias e 13 mil quilômetros de viagem, as cinzas da erupção do vulcão Hunga Tonga-Hunga-Ha’apai, em Tonga, finalmente alcançaram o Brasil! A erupção foi tão intensa que a pluma de cinzas e gases atingiram níveis muito altos na atmosfera. Imagens de satélite e registros feitos pela Estação Espacial Internacional indicam que a grande pluma de cinzas atingiu uma altura 35 km acima da superfície, alcançando a estratosfera. Algumas imagens mais detalhadas mostram que uma pequena parte da nuvem de cinzas, composta provavelmente de vapor d’água, conseguiu ir mais além, atingindo uma altura de 55 km, no início da mesosfera! Ao alcançar a estratosfera, a pluma de fumaça, composta principalmente de dióxido de enxofre, encontrou uma enorme pista livre com fortes correntes de vento que a carregaram por milhares de quilômetros. Diversos satélites têm acompanhado a viagem dessa pluma ao redor do mundo. Seguindo uma trajetória para oeste, poucos dias após a erupção a pluma de fumaça foi detectada sobre a Austrália. Depois a pluma seguiu viagem, atravessou o Oceano Índico, passou sobre o continente africano e atravessou o Oceano Atlântico até atingir a América do Sul, mais especificamente sobre a região Sudeste do










